Linda viatura de polícia original Blazer da Chevrolet fabricado pela Playart na escala 1:64. Fabricada na china esta mini data dos anos 80,90 e é bastante rara. Faz parte da coleção de veículos policiais de ferro que foram fabricados há mais de 40 anos.
Modelo: Gata Playart Saladin MK II
Marca: Play Art
Para contarmos a história do Blazer é necessário, em um primeiro momento, separar o nome e o carro que tivemos aqui.
O primeiro Chevrolet Blazer foi lançado em 1969, e não era derivado da antiga S10. O nome S10, por sinal, é mais novo que o nome Blazer. Chegaremos lá…
O mercado dos utilitários 4x4 crescia nos EUA. O pioneiro Jeep ainda tinha sua força, e outras montadoras já tinham seus modelos, como o Ford Bronco e o International Harvester Scout. Então, a General Motors decidiu entrar na briga e lançar o Blazer.
Entretanto, ao invés de desenvolver um off-road menor, a GM preferiu usar o chassis empregado na família de picapes e SUVs grandes, Chevrolet C10 e Suburban.
Assim nasceu o Chevrolet K5 Blazer, com dimensões consideravelmente maiores que seus concorrentes, e opções de tração 4x2 ou 4x4 temporário.
Vale lembrar que esse SUV, em 1970, ganhou a versão da GMC, chamada Jimmy. Além disso, essa geração da Plataforma C/K que deu origem ao Blazer lançado em 1967, uma sucessora à geração que deu origem aos nossos Chevrolet Veraneio e C10.
Ou seja, o primeiro K5 Blazer é uma espécie de “avô” do Chevrolet Bonanza, vendido por aqui até o início dos anos 1990.
Essa primeira geração do SUV sobreviveu até 1972, e teve como opções de motores: seis cilindros em linha de 4,1 e 4,8 litros, e V8 de 5.0 e 5.7 - sempre a gasolina. A transmissão podia ser de três marchas, manual e automática, ou de quatro marchas com trocas manuais.
Ela ainda trazia características interessantes como os bancos traseiros que eram opcionais, e o teto que podia ser completamente removido.
Em 1973, foi lançada a segunda geração do K5 Blazer. Inicialmente, o teto removível foi mantido - e ficou disponível até 1976 -, e o SUV era maior do que a primeira geração em todas as dimensões.
Essa geração foi vendida até 1991 com várias novas opções de motores:
4.1 de seis cilindros, de 105 hp e 251 Nm a 130 hp e 285 Nm;
5.0 V8, de 130 hp e 240 Nm (com carburador de corpo duplo) a 170 hp e 260 Nm (com injeção eletrônica monoponto);
5.7 V8, de 160hp e 275 Nm a 210 hp e 300 Nm;
6.6 V8, de 185 hp e 300 Nm;
6.2 V8, de 135 hp e 240 Nm (única opção à diesel).
Duas décadas depois, a GM lançou aquela que seria a última geração do Blazer original, e deu o pontapé inicial para uma série de mudanças.
Começando que o modelo perdeu o código K5 e passou a ser chamado de Full Size Blazer - uma forma de diferenciá-lo do Blazer menor (chegaremos lá). Lembra do GMC Jimny? Então, em 1992, a marca o rebatizou de GMC Yukon, nome que permanece até hoje na versão GMC do Chevrolet Suburban.
O Blazer 1992 estreou a plataforma GMT 400, que era a base da picape C/K lançada quatros anos antes - como referência, a Chevrolet C/K GMT 400 foi vendida por aqui nos anos 1990 como Chevrolet Silverado, e ficou no mercado americano até 2002.
A terceira geração do Chevrolet Blazer era ligeiramente maior que a segunda. As opções de motorização foram reduzidas a duas: 5.7 V8 a gasolina ou 6.2 turbodiesel V8. A transmissão podia ser automática de quatro marchas ou manual de cinco marchas.
Em 1995, o nome Blazer foi descontinuado nos Estados Unidos, sendo substituído pelo Chevrolet Tahoe.
A partir daí, o Chevrolet Tahoe/GMC Yukon poderia ser oferecido também com uma versão alongada e quatro portas. Esta é bem conhecida por nós brasileiros pois foi vendida por aqui como Chevrolet Grand Blazer.








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